terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Encarte: Álbum "Stadium Arcadium" (2006)


Stadium Arcadium é o nono álbum de estúdio do Red Hot Chili Peppers lançado em 05 de maio de 2006 pela Warner e produzido por Rick Rubin. O álbum é composto por Anthony Kiedis no vocal, Flea no baixo, Chad Smith na baterista e John Frusciante na guitarra. O cd é dividido por Jupiter e Mars.

De acordo com um entrevista de Anthony Kiedis, Stadium Arcadium originalmente seria lançado em três álbuns, um a cada seis meses, mas decidiram lançar um álbum duplo (o primeiro da banda) com 28 faixas, as 10 outras lançadas como b-sides.

O álbum foi indicado em sete categorias do Grammy em 2007 e ganhou quatro: "Melhor Performance de Rock em Dupla ou Grupo" (Dani California), "Melhor Canção de Rock" (Dani California), "Melhor Álbum de Rock" (Stadium Arcadium), "Melhor Disco em Edição Especial (Box)" (Stadium Arcadium) e "Produtor do Ano" (Rick Rubin).


















Fotos retiradas do blog: Encartespop.blogspot.com.br

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Red Hot Chili Peppers - Greatest Hits (2003)



Greatest Hits é uma coletânea lançada em Novembro de 2003. O álbum como o título sugere contém os "grandes" sucessos dos Red Hot Chili Peppers, além de duas músicas inéditas até então "Fortune Faded " e " Save the Population. Também foi lançado um DVD, onde e mostrado algumas entrevistas, bastidores da turnê Californication, além de dois videos inéditos Universally Speaking e Road Trippin.


Faixas:
01. Under The Bridge
02. Give It Away
03. Californication
04. Scar Tissue
05. Soul To Squeeze
06. Otherside
07. Suck My Kiss
08. By The Way
09. Parallel Universe
10. Breaking The Girl
11. My Friends
12. Higher Ground
13. Universally Speaking
14. Road Trippin
15. Fortune Faded
16 . Save The Population


Tradução dos Encartes:


"Eu prefiro começar a introdução deste texto lhes dizendo que eu não sei nada sobre coisa alguma.

As músicas deste álbum são dos últimos 13 anos ou mais, é uma seleção legal. A coisa mais incrível sobre elas, é que todas são hits (tirando as novas, nunca se sabe).

Quando nós começamos essa banda em 1983, eu nunca imaginaria esse tipo de sucesso para 3 caras como nós. Existe um teatro em Los Angeles, na verdade em Passadena, chamado Perkins Palace. Quando eu era adolescente, eu costumava ir lá para assistir alguns shows, The English Beat, Echo And The Bunnymen, e mais algumas outras. Eu costumava guardar isso como um ideal, algo pra pensar, cara, se algum dia eu puder tocar num lugar tão grande e significar pro público tanto quanto esses artistas significam para mim, isso seria, quero dizer, eu via isso como o topo do sucesso. Agora nós estamos aqui, 20 anos depois, e tocando em arenas e estádios ao redor do mundo todo. Nós estivemos tocando nesses tipos de lugares há 10 anos agora. Freqüentemente eu ando nas arenas depois dos shows, mergulhado em copos plásticos vazios e tênis perdidos, olhando pra mais ou menos 50 caras carregando quantidades enormes engenhocas de ferro reluzentes e guardando em 9 ou mais caminhões, e eu simplesmente penso em quão louco isso parece, todo esse esforço pra verem 4 caras tocando algumas músicas. Quem imaginaria? A razão pra isso ter acontecido, bem, juntamente por termos suado sangue em shows durante 20 anos, são estes Hits no rádio.

Existe uma variedade de razões para nós termos estes Hits. No começo, nossa banda tinha uma fresca e nova pegada pra tocar Rock e a boa vontade de fazer algo para entreter. Nós aprendemos com nossos erros e sempre tentamos sermos melhores e ter um claro e profundo entendimento sobre nossa arte. Tentamos não agir como cuzões se nós nos pegarmos errando em algo. Nós viajamos o mundo numa van, ficamos no fundo do poço, e então chegamos ao nível de tocar no Perkins Palace. I não sei se significamos para nossos fãs o tanto que o Echo And The Bunnymen significou pra mim, mas todavia, nós agitamos e as pessoas vem nos assistir.

Em 1988, depois da morte de nosso amado amigo e co-fundador, Hillel Slovak (que foi uma enorme influência na formação de nosso som), nós conseguimos Chad Smith e John Frusciante. Chad tocava tão forte e dinamicamente, John tocava tão incrivelmente e trouxe seu conhecimento musical, um sentimento profundo e um ouvido para música que perdurarão para sempre. Com esta formação, nós nos tornamos 4 partes de algo, nós éramos completamente diferentes uns dos outros, mas com o mesmo desejo. Se existem 4 pontos diferentes no mundo, cada um de nós estaria em um pólo diferente do outro. Por esta razão, por nós 4 concordarmos com um tipo de música válido, aquele tipo de música que deveria agradar à todos os tipos de sangue, todas as vertentes, todas as 4 esquinas do globo. Não é fácil, mas ajuda no nosso apelo musical para vários tipos de pessoas diferentes. Para todas as nossas músicas, nós trazemos uma coisa coisa diferente, que é uma química intangível, com a qual as pessoas podem se relacionar, nós estamos dispostos a trabalhar muito para que isso aconteça, e isto é o porque das coisas terem acontecido do jeito que aconteceram.

Quando John deixou a banda (1992-1997), ele foi substituído pelo Dave Navarro. Foi um prazer e uma honra tocar com Dave, ele é uma ótima pessoa e um guitarrista maravilhoso. Nos divertimos muito juntos. A banda era uma coisa completamente diferente quando ele estava nela, como você pode ouvir em uma música daquela época, “My Friends”. As pessoas freqüentemente me perguntam: “Com vocês fazem isso? Aonde vocês conseguem essa energia? Por que vocês ainda são uma banda relevante quando um monte de outros caras passaram pela banda?”. A resposta para esta pergunta se divide em duas partes: primeiramente, nós não somos nada se não insignificantes manchas de merda, penhorados num campo cósmico espiritual, aonde nosso universo não é nada se não um ponto crocante de smegma. Segundamente, nós trabalhamos. Nós estamos focados nessa coisa há muito tempo. E enquanto nós poderíamos estar sendo glamorosos e gastando nosso dinheiro, nós sentamos numa sala e pensamos sobre acordes em si-bemol, dó sustenido, tempos, grooves, texturas, laying-back (?) e novos jeitos de tocar harmonias um com o outro. Cotovelos de graxa, colar azul de diamante. Nós nos preocupamos com a nossa música, nós amamos música, é interessante para nós. Dificilmente nós arranhamos o a superfície do maravilhoso mistério que isso envolve. Nós sentimos que o que estamos fazendo é algo significativo. Nós estamos aqui para servir as pessoas, para realizar uma função que nós achamos que é de grande ajuda para o mundo. Nós acreditamos nisso. Detonando. Quando qualquer pessoa está ajudando aos outros, ela está no seu melhor. É aonde nós tentamos ficar.

Uma outra coisa. Eu gostaria de mencionar o baixo elétrico, que sempre foi uma enorme influência para mim e de quem eu “roubei” as influências. Eles são: Jah Wobble, John Paul Jones, James Jamerson, Sr. Bootsy Collins, Eric Avery, Aston Family Man Barrett, Mike Watt, Andrew Weises, Peter Hook, and o baixista do Fela Kuti.

Em Agosto de 2003, nós nos juntamos durante um intervalo na turnê e tivemos uma prolífica sessão de composição e gravação. Foi, na verdade, uma das mais produtivas que tivemos num curto período de tempo. Duas das músicas gravadas naquela vez estão neste álbum. Mas agora, no momento em que estou escrevendo este texto, eu não tenho certeza de quais são as canções. Eu estou sentado num hotel em Chicago e pronto para pegar um ônibus para Cleveland, outro dia da turnê, outro dia para estar focado no que estamos fazendo e tentar ser melhor nisso.

Obrigado por ler.

Flea."


"As músicas neste CD foram todas escritas num estado muito inocente, com pouquíssima ou nenhuma intenção por detrás delas. Elas foram concebidas de um jeito similar à uma má função. Elas foram colocadas juntas e estruturadas pelo nosso interesse por música. Elas são perfeitas para serem tocadas repetidamente, e nós fazemos isso por causa do entusiasmo que temos por ouvir uns aos outros, e temos tido a recompensa pelo maravilhoso sentimento que temos pela química musical, com a qual nós temos sido abençoados. Assim que elas são gravadas, elas existirão enquanto a humanidade existir. E assim que são lançadas, todos podem ouvir.

O rádio foi muito importante pra mim em vários períodos da minha vida. Ouvindo Elton John & Kiki Dees “Don’t Go Breaking My Heart” ou sua própria “Tiny Dancer” no carro de minha mãe e imaginando quantos sons maravilhosos foram feitos. Ouvindo Ramones, The Clash, X, Devo, The B-52’s, Talking Heads no KROQ quando eu tinha 9 anos. Ouvindo The Germs, The Cramps, The Weirdos, The Circle Jerks e Black Flag no Rodney Bingenheimers Rodney no The Roq quando eu tinha 9, 10, 11 e 12 anos. Deitado no escuro de noite com meu rádio/gravador k-7 ouvindo o mais baixo possível, pois eu deveria estar dormindo. Gravando todas as minhas músicas favoritas do programa do Rodney, basicamente eu gravava a coisa toda. Gravando “I Feel Love”, da Donna Summer quando tinha 13 anos, eu percebi que “Stereophonics Godliness” foi o primeiro hit completamente eletrônico, imaginando como uma música como aquela poderia Ter sido feita. Quando eu estava com 26 anos e não tinha lugar pra morar, sentado no carro estacionário (estacionário: que não muda de lugar) de minha amiga Toni, fumando maconha e cigarro que vinham de seus sustentos, não me era permitido fumar no carro dela, me perguntando se minha vida estava acaba ou se aquilo era um recomeço, ouvindo R.E.M. e Radiohead, eu sentia que o rádio era minha companhia (juntamente com minhas K-7’s do Bob Marley e do Butthole Surfers). O fato de que algumas de nossas músicas chegaram até as pessoas através do rádio é algo que eu estou muito contente por ter acontecido. Eu também encorajo as pessoas a descobrir mais sobre música de outras formas, como perguntando para as pessoas que você acha que são legais, ou descobrindo quem são os artistas favoritos dos artistas que você gosta, ou comprando algo por gostar da capa.

Estar no Red Hot Chili Peppers é algo que me faz estar muito agradecido. Fazendo música com amigos e tendo a energia ímpeta de um público que me apoia, têm feito desses últimos 5 anos em que estou na banda, os mais felizes da minha vida.

Nós todos temos muita sorte de viver num mundo em que existe tanta música.

John."


"Aqui estão 10 anos de nossa história de gravações. O que você está segurando em suas mãos, é uma seleção do que nós julgamos ser o ponto mais alto de nossa carreira até hoje. Esperançosamente, haverá muito mais. Nós sentimos que nosso melhor está por vir. David Bowie disse lembrar de 3 pontos em sua carreira. A essa altura, eu diria que, para nós, são as meias, as drogas e o fato de termos sido os progenitores híbridos do rock/funk. Eu espero que este CD prove que há muito mais de nós do que isso.

Chad"


Agradecimentos: Universofrusciante.com

06 anos da gravação do clipe brasileiro de "Did I Let You Know"


Hoje, 22 de janeiro de 2018, completa 06 anos de gravação do clipe feito pelos brasileiros da música "Did I Let You Know".

A música 
"Did I Let You Know" é uma canção do Red Hot Chili Peppers de seu álbum de 2011 I'm with You e foi lançada como um single promocional no Brasil em março de 2012, enquanto "Look Around" foi anunciado como o single que  lançado nos Estados Unidos e no resto do mundo. A música se tornou single por ter sido pedida a tocar em algumas rádios.

Videoclipe 
Para o clipe, foi criado um site onde fãs contaram segredos pra alguém, colaborando para o surgimento de outro segredo. Esse site, que usou como personagem a mosca presente na capa do I'm With You, recebeu muitos segredos e alguns deles foram revelados no clipe com a ajuda de um grupo de fãs que foram selecionados pelos produtores do vídeo. Na 2ª fase, e foi pedido para que fãs enviassem fotos com cartazes escrito algum segredo e algumas frases demonstrando seu amor e carinho pele Red Hot Chili Peppers. A direção do clipe é creditada a Daniel Ferro e Rogerio Fires e foi lançado em 12 de março de 2012 e teve apoio da Warner Music Brasil.

Josh Klinghoffer fala sobre o videoclipe
http://redhotchilipeppers.com/we-are-with-you/36-did-you-let-me-know

Créditos da música 
Flea – baixo
Anthony Kiedis – vocal
Chad Smith – bateria
Josh Klinghoffer – guitarra, backing vocals 
Mike Bulger – trompete
Mauro Refosco – percussão 

Vídeo:
  

Making of:

domingo, 21 de janeiro de 2018

Red Hot Chili Peppers live @ Rock in Rio 3 - 21/01/2001


Hoje, 21 de janeiro de 2018, o show do Red Hot Chili Peppers no Rock In Rio 2001 completa exatos 17 anos!

O ano de 2001 viu a realização do Rock in Rio III, nos dias 12 a 14 e 18 a 21 de janeiro. Nesta ocasião, os organizadores decidiram construir uma nova "Cidade do Rock", no mesmo local onde fora a primeira, com a inédita capacidade de 250 mil espectadores por dia e "tendas" alternativas onde realizaram-se concertos paralelos aos do palco principal. O evento recebeu a legenda de "Por Um Mundo Melhor", o que se marcou com o ato simbólico de observação de cinco minutos de silêncio antes do início das apresentações no primeiro dia do evento. Às 19 horas daquele dia 12 de Janeiro de 2001, três mil rádios e 522 TVs silenciaram pela melhoria do mundo. O início e o fim do ato foram marcados pelo toque de sinos e pela libertação de pombas brancas, representando um pedido pela paz mundial.

A "Cidade do Rock" construída para o Rock in Rio III, permanece montada, à espera da quarta edição do evento, o Rock in Rio IV, inicialmente previsto para o ano de 2004, mas adiado indefinidamente devido à realização da primeira edição internacional, em Lisboa.

Os Red Hot Chili Peppers se apresentaram no dia 21 de janeiro de 2001, dando inicio ao encerramento do festival realizado pela última vez no Rio de Janeiro.

Via: Universo Frusciante

Setlist:

1. Around The World
2. You're Gonna Get Yours/Give It Away
3. Hello! (It's Good To Be Back) 
4. Scar Tissue
5. Suck My Kiss
6. If You Have To Ask
7. Otherside
8. Beverlly Hills
9. Emit Remmus
10. Pea
11. I Could Have Lied
12. I Like Dirt
13. Californication
14. Right On Time
15. Under The Bridge
16.  Me and My Friends
17. Soul To Squeeze
18. Search & Destroy

Fotos:







Vídeo:

sábado, 20 de janeiro de 2018

John Frusciante - The Empyrean (2009)


Hoje, 20 de janeiro de 2018, o álbum The Empyrean do John Frusciante completa 09 anos de lançamento!

The Empyrean é o décimo álbum solo de John Frusciante, foi lançado mundialmente dia 20 de Janeiro de 2009 pela Record Collection. O álbum é conceptual, e conta uma história "tanto a nível musical como a nível lírico", como disse o próprio autor. O álbum contém, também, uma cover, "Song To The Siren", do álbum Starsailor, de 1970, de Tim Buckley. A música "Before The Beginning" é inspirada na música "Maggot Brain", do álbum com o mesmo nome lançado em 1971, dos Funkadelic.A música é caracterizada por uma interpretação considerada "sentida" pelo guitarrista Eddie Hazel. The Empyrean contou com a participação de Flea, Josh Klinghoffer, e o guitarrista do The Smiths, Johhny Marr.



John Frusciante sobre o álbum:


"The Empyrean é uma história que não tem nenhuma ação no mundo físico. Ela ocorre nos espíritos de todas as pessoas ao longo de suas vidas. O único outro personagem é alguém que não vive no mundo físico, mas está lá dentro, no sentido de que ele existe nas mentes das pessoas. A mente é o único lugar que nada pode ser tão verdadeiro para existir. O mundo exterior é apenas conhecido para nós como ele aparece dentro de nós pelo testemunho dos nossos sentidos. A imaginação é o mais real do mundo que nós conhecemos, porque cada um sabe em primeira mão. Ver as nossas ideias tomando forma é como ser capaz de ver o sol nascendo. Não temos equivalência ao grau de pureza disto no nosso mundo exterior. No mundo exterior, parece que cada um de nós somos uma coisa e sempre também uma infinidade de outras coisas. Dentro para fora e de fora para dentro são intermináveis. Tentamos achar uma forma de respirar."


"The Empyrean é uma história exatamente a partir do meu ponto de vista, mas enganosa, pois não há sinais para levar alguém a perceber uma clara história no álbum. Não houve intenção de escrever o que seria visto como uma história, embora seja uma para mim. Fazendo isso em um lugar na mente de uma pessoa, sem leis de tempo e espaço, ou existem relações concretas nele. Trata-se de dizer que se você olhar para ele com o seu cérebro lógico que você só vai ficar olhando e não vai chegar a nada. As palavras foram escritas especificamente para documentar uma experiência de vida interior, do tipo que uma pessoa tem extrema dificuldade em traduzir para mais alguem. Parte da intenção foi de escrever palavras para se conectar com outras pessoas que foram, ou são, assoberbado pela confusão, o inescapável mundo interior que deviam viver. Igual atenção foi dada para escrever palavras que gentilmente direciona próprios os ouvintes ao cérebro intuitivo, e sua sub-consciência, que eu considero que compreende catálogos e tudo de forma muito mais rica e mais certa do que nossa mente consciente. Tal como um monte de letras, foi escrita para ser entendida de várias maneiras e como as pessoas escutam. Para uma pessoa a quem as palavras não tem clareza, consciencia significa mais do que lê-la como eu faço, e por isso eu recomendo audição ou leitura, enfim, O jeito que você quiser. Teria sido mais simples eu não dizer nada para ninguém, mas isso ocorreu comigo hoje, percebi gradualmente o que isso é para mim, estou encorajando as pessoas a verem do meu jeito e para mim, isso não é o que as letras de rock são. Creio que letras de rock devem ser abertas à interpretação e escrevi estas para que pudessem ser. Embora eu pudesse explicar a história que eu vejo, iria desvirtuar o muitos significados potenciais que virão para as pessoas aplicarem seus próprios sentidos de se sentirem vivendo suas vidas, como elas sempre fazem."



John Frusciante.


Tracklist
1. Before The Beginning
2. Song To The Siren
3. Unreachable
4. God
5. Dark/Light
6. Heaven
7. Enough Of Me
8. Central
9. One More Of Me
10. After The Ending
11. Today
12. Ah Yom 

Line-up música por música
Before the Beginning
Mixagem feita por John e Adam
John - Guitars, Tratamentos
Josh - Piano eletrico, Bateria
Song to the Siren
Mixagem por John, Chris Holmes, Adam e Josh
John - Vocal, Guitarra acustica, Tratamentos
Josh - Organ, Piano eletrico, Piano Acustico, Sintetizador, Tratamentos
Unreachable 
Mixagem por John, Adam e Josh
John - Vocals, Guitarras, tratamentos
Josh - Piano eletrico, Bateria
Flea - Baixo
God
Mixagem por John, Adam and Josh
John - Vocals, Guitarra, Tratamentos
Josh - Sintetizadores, Piano eletrico, Bateria
Flea - Baixo
Sonus Quartet - Strings
Geoff Gallegof - String Arrangement
Dark
Mixagem por John, Chris Holmes and Josh
John - Vocals, Piano, tratamentos
Josh - Orgão
Light
Mixagem por John e Adam
John - Lead Vocal, Guitarra, baixo, sintetizador, Drum Machine, tratamentos
Lawrence Young - Vocal
Donald Taylor and the New Dimension Singers - vozes
Heaven
Mixagem por John, Adam e Josh
John - Vocal, Guitarra, Sintetizador
Josh - Orgão, Piano Eletrico, bateria
Flea - Baixo
Sonus Quartet - Strings
Neel Hammond - String Arrangement
Enough of Me 
Mixagem por John, Adam and Josh
John - Vocals, Guitarra e Tratamentos
Josh - Backing Vocal, Orgão, Piano Eletrico e Bateria.
Johnny Marr - Guitarra
Flea - Baixo
Central
Mixagem por John, Adam e Josh
John - Vocals, Guitarra e Tratamentos
Josh - Synth, Piano acustico, Piano eletrico, Orgão, bateria
Johnny Marr - Guitarras
Sonus Quartet - Strings
Vanessa Freeibarn Smith - String Arrangements
One More Of Me
Mixagem por John e Adam
John - Vocal
Josh - Piano eletrico
Sonus Quartet - Strings
Geoff Gallegof - String Arrangement
After the Ending
Mixed por John and Adam
John - Vocal, Piano, Sintetizadores, Tratamentos, Drum Machine
Today
mixagem por John, Josh e Adam
John - Vocals, guitarra, Sintetizadores e Traamentos
Josh - bateria
Flea - Baixo
Ah Yom
mixagem por John, Josh e Adam
John - Vocals, guitarra, e Traamentos
Josh - Bateria, piano eletrico
Flea - Baixo

Créditos do álbum
John Frusciante - vocais, guitarra, violão, teclados, piano, baixo, sintetizadores, percussão
Josh Klinghoffer - piano elétrico, bateria, órgão, piano, sintetizadores, apoio vocal
Flea - baixo em "Unreachable", "God", "Heaven", "Enough of Me", "Today", e "Ah Yom"
Johnny Marr - guitarra em "Enough of Me" e violão em "Central"
Donald Taylor and the New Dimension Singers - apoio vocais
Sonus Quarteto - cordas
Ryan Hewitt - engenheiro de gravação
Adam Samuels - engenheiro de gravação
Dave Lee - instrumento de tecnologia
Anthony Zamora - Produção de coordenação

Agradecimentos: Universo Frusciante

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Review: Anthony Kiedis na edição 150 de colecionador da revista "Zealand Surf Magazine" - Março de 2013

Matéria publicada em março de 2013 aqui no blog.

Fotos do Anthony Kiedis por Cory Scott em destaque na edição 150 de colecionador da revista "Zealand Surf Magazine".

Anthony Kiedis esteve recentemente na Nova Zelândia para dois shows com os Red Hot Chili Peppers no Vector Arena na Nova Zelandia, e uma semana antes disso, Anthony passou a semana dando entrevistas falando do seu amor ao surf e tirando fotos para o destaque na edição 150 de colecionador da revista "Zealand Surf Magazine", que deve sair em março de 2013.

Fotos:






quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Curiosidades Red Hot Chili Peppers: Josh Klinghoffer, o herdeiro da Telecaster

Ao longo dos dias, será postado aqui no Blog RHCP Brasil curiosidades do Red Hot Chili Peppers ao longo de toda história da banda, contando também um pouco de curiosidades dos membros e ex-membros da banda.

JOSH KLINGHOFFER, O HERDEIRO DA TELECASTER



Josh Klinghoffer é o substituto de John Frusciante no Red Hot Chili Peppers. Junto com ter assumido a responsabilidade - de substituir um dos maiores guitarristas de todos os tempos - Josh herdou uma Fender Telecaster de 1965 (segundo Josh Klinghoffer em entrevista ela seria de 1967) de seu antecessor e amigo.

Com Frusciante essa Telecaster foi usada durante a gravação e a turnê de Californication e By The Way - talvez um dos seus feitos mais importantes conhecidos tenha sido os solos de Scar Tissue junto a um Boss FZ-3.

Josh em entrevista a Total Guitar em 2012:

"Eu tenho uma Tele customizada de 67 que eu herdei do John Frusciante de alguma forma, era a sua Tele de backup."

[...]

"No "I'm With You eu usei principalmente a ’67 Tele, a ’63 Strat do Chad, e aqui e ali, guitarras do tipo Airline ou Harmonys." 

Créditos: John Frusicante Effects